Esta página apresenta um resumo
sobre os entrevistados que dialogaram conosco sobre a história e cultura do
Povoado Alto.
Amália Matos, conhecida como Catan, tem 86 anos, mora no povoado Alto há 67 anos, desde o dia em que se casou com o senhor João Andrade de Oliveira, teve 18 filhos, apenas 13 sobreviveram, mas tem apenas 12 vivos, é viúva há mais de 27 anos.
Celestino Guimarães, 75 anos, mais conhecido como Selé, nasceu e mora no povoado, é agricultor. trabalhou durante muitos anos como oleiro fazendo tijolo e telha.
Iracema de Jesus, 62 anos. Filha de rezadeira, é uma das poucas rezadeiras que ainda atuam na comunidade.
João dos Santos, mais conhecido como João do Alto, morador do povoado desde que nasceu, tem 64 anos, ex-candidato a vereador, ex-presidente da associação comunitária do Alto, representante político da comunidade.
José Francisco de Andrade, apelidado Bidé, faleceu dia 9 de janeiro de 2018 aos 93 anos, morava no povoado Alto desde criança, era o morador mais velho da comunidade.
José Ribeiro, mais conhecido como Zuzú, teve formação em magistério,atuou como professor durante 32 anos, esta prestes a se aposentar.
Josete de Oliveira, mas conhecida como Peré, moradora do povoado Alto desde que nasceu, tem 61 anos, foi professora durante 18 anos. Hoje, atua como agente de serviço em uma escola municipal. Tem 2 filhos. "Sou feliz me sinto bem na minha comunidade, Tenho orgulho e gosto dela".
Júlio de Oliveira, conhecido como Jacó, tem 86 anos, mora no povoado Alto desde o nascimento, é o morador mais velho que nasceu e vive na comunidade.
Marlúcio Pimentel, 57 anos, morador da comunidade , nasceu e vive na comunidade, a casa dos seus pais tem mais de 100 anos, atuou como professor durante 18 anos, em turmas mistas de 1ª a 4 ª série do ensino fundamental, fez parte do projeto Alfabetização Solidária, uma parceria entre a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGS)e o município de Tucano.
PEDRO
JESUS, conhecido como Pedro do Jerome 93 anos mora no Alto há 66 anos, desde que casou com a senhora Alvelina. Dona Alvelina, conhecida como Nega é neta do João do Alto, nome que deu origem ao nome do Povoado, ela é a moradora mais velha da comunidade.









Gente desde quando mim conheço por gente que minha vó q ñ é de sangue mais eu a considero q é a Amália ela sempre fala das festa ate morro de rir pq ela conta q em são João todos se reuniam para bricar dança quadrilha,pular fogueira,ate batizado na fogueira tinha e q depois todos ia para o bar do meu tio ermes para dançar forró e de lá só saia quando o sol ja tava nascendo
ResponderExcluirOla juliana, sou neto da 'Catan' e sobrinho-neto do 'Jacó'. Infelizmente nunca tive a oportunidade de questiona-los de onde vem a nossa família e qual é a nossa possível descendência. Acho que seria muito interessante se esses icônicos moradores (em especial os mais velhos que vc citou acima) pudessem compartilhar suas origens e de seus ancestrais, talvez algum deles possa ter alguma ideia de onde vieram seus descendentes (a maioria deve ter descendência europeia miscigenada a indígena).
ResponderExcluirInclusive, minha bisavó de parte materna tinha como apelido o nome 'Gringa'. Obviamente fazendo referência à sua pele clara e cabelos (que desde que eu me lembro eram brancos meio amarelados, talvez ela fosse loira, vou perguntar a minha mãe...se ela era loira). Acredito que seus pais eram menos miscigenados, por isso suas características marcantes lhe deram o apelido de 'Gringa'.
Enfim é apenas uma sugestão. Mas acredito que agregaria muito valor ao contexto histórico dos habitantes que deram luz a esse povoado que eu posso chamar de NOSSO! Rs... Forte abraço.
Oi Luan, agradeço pela sugestão para incrementar o contexto histórico, Juntamente com meu grupo de colaboradores, tentaremos de alguma forma lhe responder de forma mais concreta.
ExcluirConheci sua bisavó, eu a chamava carinhosamente de Tia Gringa, irei postar uma foto dela na página de homenagens aos altenses.Assim como a tia Gringa, minha avó paterna possuía as mesmas características de pele clara.
Acho que desta forma podemos atingir a identidade material e espiritual de uma comunidade. Viva estes entrevistados! Muito bom .
ResponderExcluirEu nasci e cresci correndo em roças,pulando no rio cheio ou raso,brincando com meus primos que ao mesmo tempo eram amigos,comemorando festas tradicionais e culturais,passando por momentos difíceis e felizes junto a minha família,aprendendo valores, e curtindo esse lugar calmo,esse povoado que tenho tanto carinho.
ResponderExcluirEu gostei porque fala quantos anos as pessoas mais velhas tem.eu não sabia de nada mais eu adorei saber quanto anos tem as pessoas do alto tem
ResponderExcluirKkkkkkkkkk
ExcluirKkkkk mds
ExcluirEu gostei que fala o mome e a idate dos mais velhos. o blog ajutou muito obrigado juliana andrade
ResponderExcluirEu não sabia que meu avô José Francisco era o mais velho da comunidade e também não sabia que a idade dos outros idosos.é muito legal saber disso tudo obrigado Juliana
ResponderExcluirOi sou o SANDRO ANDRADE DOS SANTOS a maioria das pessoas aqui sao meu parentes tia avo tenho tanta saldade se todos hj moro em sao paulo mais com esse blog me sinto como se estivesse no alto pois conta toda a historia desse lugar tao especil e maravolhoso e dessas pessoas q amo tanto folto ai a foto da esposa do bide q deus o chamou para senta do lado dele a vc julinha nao sei nem o q fala pois feis eu chorar de tanta saldade e de felicidade tambem so posso agradecer muito obrigado sou o SANDRO ANDRADE DOS SANTOS NETO do BIDE
ResponderExcluirSandro, fico feliz que este blog, essas histórias tenham conseguido te aproximar mais do seu lugar de origem.
ExcluirAi estão as primícias... lembro-me de cada um ainda quando era pequena, lembro-me até das brincadeiras com os mesmos.. rsrsrs.. bons tempos! Que saudades. Neidiane Andrade
ResponderExcluirConheço todas essas pessoas, sabem de muitas coisas, mas não sabia que minha avó Alvelina era neta do João do alto o qual deu o nome do povoado. Acho muito importante valorizar o que essa pessoas sabem.
ResponderExcluirAssim, como o Léo, não sabia que nossa avó era neta do homem que deu origem ao nome ao povoado. Mais uma vez parabéns, Juliana, por transmitir às novas gerações histórias das nossas famílias que a gente nem conhece.
ResponderExcluirSou a GEOVANA na minha opniao oque seria uma boa ideia fazer um documentário sobre as pessoas mais idosas da comunidade mostrando como viviam e como dava pra sobreviver detalhando mais como era antigamente
ResponderExcluirCada uma dessas pessoas teve uma função para ajudar o povoado, professores(a) que foi de grande importância.
ResponderExcluirBruno Santos